Peça que cai da fachada é risco para quem passa embaixo e responsabilidade do síndico. Localizamos as áreas ocas antes que elas caiam e recuperamos o revestimento mantendo a aparência do prédio.

Recuperar o revestimento é localizar as peças que perderam aderência, retirar com segurança o que está comprometido e reassentar com argamassa e rejunte próprios para fachada. O foco é a segurança de quem circula embaixo e a durabilidade do que fica, sem trocar o revestimento inteiro quando isso não é necessário.
Pastilhas de porcelana, de vidro e cerâmicas foram muito usadas nas fachadas dos prédios de BH. Com o tempo, a argamassa de assentamento perde aderência e a peça continua no lugar, só que oca. Visualmente nada muda até que uma placa se desprende, muitas vezes depois de um período de chuva ou de calor forte.
Por isso o serviço não começa pelas peças que já caíram, e sim pelo teste de percussão na fachada. É ele que mostra o tamanho real do problema e evita que o condomínio pague por uma troca maior que a necessária, ou deixe para trás áreas que vão cair depois.

Pastilha não descola por acaso. Entender a causa é o que impede que o problema volte depois da obra.
Trincas e juntas sem vedação deixam a umidade chegar à argamassa e enfraquecê-la.
Sol e chuva fazem a fachada dilatar e contrair; sem juntas de movimentação adequadas, as peças cedem.
Com os anos, a argamassa perde aderência e as peças ficam ocas.
Peça assentada sem dupla colagem ou fora do tempo de uso da argamassa aparece anos depois, em grandes áreas.
Trincas na base se refletem no revestimento e soltam as peças por cima.
Sem percussão periódica, pequenas áreas ocas viram placas inteiras.
Em BH, a diferença de temperatura entre o dia e a noite e o sol forte nas fachadas voltadas para norte e oeste aceleram a fadiga da argamassa. A face mais castigada pelo sol costuma ser a primeira a apresentar som cavo, e merece atenção especial na inspeção.
A NBR 13755 trata do projeto, da execução e da inspeção de revestimento cerâmico de fachada, incluindo a verificação de aderência. A NBR 5674 coloca a inspeção periódica da fachada como parte da manutenção do edifício. Para o síndico, isso quer dizer que a queda de peças é um risco previsível, e a inspeção registrada é a forma de mostrar que o condomínio agiu.
O trabalho é feito por panos, com isolamento da área abaixo. A ideia é tirar só o que precisa sair e deixar a fachada uniforme no final.
Segurança primeiro: se houver risco imediato de queda, isolamos a área e fazemos a remoção preventiva das peças soltas antes da obra completa.
O primeiro compromisso é eliminar o risco de queda. Depois vem a recuperação definitiva.
Avaliação do revestimento a partir das áreas acessíveis e conversa com o síndico sobre quedas já ocorridas.
Diagnóstico com fotos e proposta em até 3 dias úteis, com as áreas a recuperar descritas.
Quando necessário, remoção preventiva de peças com risco de queda e isolamento da área abaixo.
Com a equipe na fachada, teste peça por peça e marcação de todas as áreas a refazer.
Remoção, preparo da base, reassentamento, juntas e rejunte, com ART emitida.
Conferência das áreas refeitas, vistoria com o síndico e garantia de 5 anos em contrato.
Para percussão e recuperação localizada, o rapel permite chegar a qualquer ponto da fachada sem montar estrutura. Quando a área a refazer é grande e contínua, o balancim dá mais estabilidade para o reassentamento. Em ambos os casos, a calçada e as passagens embaixo ficam isoladas enquanto houver equipe trabalhando.

Hidrojateamento, teste de som cavo com mapeamento das áreas ocas, rejunte, vedação das janelas e impermeabilização da fachada em pastilha.
Limpeza técnica do revestimento cerâmico em altura e recuperação das juntas de dilatação, sem andaime.
Teste de som cavo, recuperação das áreas ocas com argamassa AC III e reaplicação de rejunte na fachada revestida.



O prazo depende principalmente da extensão das áreas ocas e da disponibilidade de peças compatíveis. Ele é definido na proposta e fica no contrato.
Para os moradores, os incômodos mais comuns são o barulho da remoção das peças em horário comercial, poeira localizada e a passagem isolada embaixo do trecho em obra. Entradas e garagens podem ter o acesso alterado em alguns dias, sempre com aviso prévio.
Condomínios com pastilhas caindo ou com som cavo, edifícios comerciais com fachada cerâmica e empresas que precisam eliminar o risco de queda sobre calçadas e estacionamentos. Atendemos BH e região, com prioridade para contratos com pessoa jurídica.
Não. Na maioria dos prédios, a recuperação é localizada: o teste de percussão mostra onde há peças ocas, e só essas áreas são refeitas.
É a verificação feita com batidas leves nas peças, usando um martelo próprio para isso. Peça bem aderida tem som firme; peça oca soa abafado. Para ser confiável, o teste precisa cobrir a fachada, com acesso por rapel ou balancim.
Buscamos peças de cor e tamanho próximos. Quando a diferença for visível, apresentamos opções na proposta, como recompor a área com peças retiradas de pontos menos visíveis.
Isole a área embaixo com fita ou cones, avise os moradores e impeça a passagem de pessoas e carros pelo local. Em seguida, agende a vistoria: havendo risco de novas quedas, a primeira etapa é a remoção preventiva das peças soltas.
A fachada é área comum, e a manutenção cabe ao condomínio. Se uma peça cair e atingir alguém, o síndico pode ser responsabilizado. Por isso a inspeção documentada, com ART, é importante.
Costuma valer. Rejunte novo e hidrofugante incolor reduzem a entrada de água por trás das peças, uma das principais causas do descolamento. A vistoria indica se faz sentido no seu prédio.
Pelo WhatsApp ou pelo formulário do site. A vistoria é gratuita e você recebe o diagnóstico com fotos em até 3 dias úteis.
Vistoria gratuita, diagnóstico com fotos e proposta em até 3 dias úteis, sem compromisso.